A economia da IA
de relacionamento.
Quatro números que nossos clientes conseguem defender internamente: posições que deixaram de ser necessárias no telefone, receita recuperada, demanda absorvida sem contratar e horas devolvidas ao time. Todo valor abaixo vem de operação real.
Seis anos de jornada. Um diploma. E um número que o board consegue defender.
Captação, matrícula, retenção e rematrícula a cada semestre. Atrás de uma formatura existe receita que ficou, evasão que não aconteceu e custo por atendimento que caiu — que é exatamente do que um business case é feito.
90 posições de atendimento que deixaram de ser necessárias — em duas operações.
Leia isso como capacidade, não como demissão: nos dois casos a operação cresceu em volume enquanto a estrutura humana parou de crescer com ela.
Quando o relacionamento funciona, ele aparece no resultado.
O volume que exigiria um call center.
Quatro linhas. A última é a única que não conseguimos preencher para você.
Custo da estrutura atual
Tamanho do time × custo mensal completo × 12. É a base contra a qual o impacto é medido.
Fatia automatizável do trabalho
Horas por dia em tarefa repetitiva, sobre a jornada de trabalho. Nas operações que rodamos, é daqui que o número sai — não de um benchmark.
Receita em risco na jornada
Churn, renovação não paga, matrícula abandonada, sócio inativo. Costuma ser maior que a linha de custo, e quase sempre é esquecida.
Custo por interação, antes e depois
Não publicamos uma média aqui, porque um “antes” crível exige o seu custo e o seu volume. É exatamente o que o simulador pergunta — e o que o business case completo devolve.
Business case que sobrevive à segunda reunião é feito com o número do cliente, não com o nosso.
Todos os números desta página pertencem a operações reais e dependem de autorização de cada cliente para publicação. Receita e headcount são os mais sensíveis — trate esta página como pendente de aprovação formal antes de publicar.